Afetividade através do Cinema

RESUMO

Este artigo tem o objetivo de apresentar a importância da introdução e utilização de mídias no ensino superior, principalmente dentro da sala de aula. A mídia que vamos detalhar será o Cinema. Vamos apresentar a importância de redescobrir formas de educar com conteúdos relevantes para a formação do indivíduo, aplicando também a motivação, e com isso, obter um engajamento dos alunos com o contexto aplicado, alcançando desta forma um melhor entendimento do conteúdo programado. Trata-se, portanto de um estudo fundamentado em pesquisas bibliográficas e pesquisa em campo envolvendo professores renomados do ensino superior. Este estudo nos mostra que é possível quebrar alguns paradigmas com pequenas mudanças dentro da sala de aula, formando não apenas futuros profissionais, mas sim indivíduos mais críticos, capazes de pensar, questionar e até mudar o mundo.

Palavras-chave:

  • Educação;
  • Cinema;
  • Relação humana;
  • Quebra de paradigma.

Introdução

Pretendemos com esta pesquisa cientifica identificar a utilização da mídia na prática do professor no ensino superior.

Para a educação, é necessário adaptar-se às novas linguagens e formas do conhecimento para tornar o ensino mais atraente, dinâmico e que facilite o processo da aprendizagem para os professores. Sob esse aspecto, novas mídias educacionais ganham destaque ou ainda mídias seculares ganham nova importância educacional, entre as quais está o cinema, que pode ser um poderoso instrumento de apoio à educação no ensino superior.

Pois, para a utilização de qualquer mídia em sala de aula, é preciso existir uma sinergia entre professor, aluno e tema abordado.

O objetivo principal deste artigo é comprovar um ponto muito discutido nos dias atuais: A inclusão e utilização da mídia Cinema no ensino superior é importante, se aplicada corretamente pelos educadores desta área?

Sabemos que hoje a mídia está presente como ferramenta indispensável para as expectativas pedagógicas do ensino superior.

Temos a presença de todas elas: o jornal, a revista, o rádio, a internet, o cinema, entre outras, e todas elas utilizadas no momento e, da forma mais adequada para responder à expectativa do educador no desenvolvimento e adequação do tema que pretende explorar.

O que vamos ver nesta pesquisa é a forma que a mídia cinema é utilizada e como esta mídia pode se tornar ainda mais atraente além de agregar conteúdo aos alunos do ensino superior.

Objetivos

Sabemos que cada educador tem a sua forma de utilizar as mídias como ferramenta para o ensino em suas específicas matérias, e por conta disso existem diversas formas de utilização.

Este artigo tem o objetivo de apresentar a importância da introdução e utilização de mídias no ensino superior, principalmente dentro da sala de aula. A mídia que vamos detalhar será o Cinema.

O que pretendemos apresentar nesta pesquisa é a importância da inclusão da mídia cinema no contexto do ensino superior, e o quanto ela agregar conteúdo aos alunos do ensino superior quando utilizada de forma correta.

Metodologia

Este estudo foi desenvolvido a partir de pesquisas científicas juntamente com uma pesquisa realizada em campo, com professores renomados do ensino superior.

O tipo de pesquisa segundo os objetivos que foram utilizados para este estudo foi a pesquisa exploratória, para tornar possível a visão panorâmica sobre o tema abordado.

A coleta dos dados foi desenvolvida por três vertentes: O levantamento, onde obtivemos informações e experiências sobre o assunto em discussão; a pesquisa bibliográfica, onde desenvolvemos um fichamento com as obras pesquisadas para a colheita de informações comprovadas cientificamente; e por fim a pesquisa participativa, onde fomos a campo pesquisar e interagir efetivamente com professores que vivenciam a realidade da educação em diversas universidades.

O material utilizado para a pesquisa em campo foram questionários impressos elaborados cuidadosamente, com questões que apresentavam grandes possibilidades para montar um acervo rico com opiniões diversas.

Entrevistamos 20 educadores de Universidades como USP, Mackenzie, Casper Líbero, Anhanguera, Nossa Cidade, Faap, entre outras.

Além dos questionários, organizamos um grupo de discussão com 05 destes professores para compreender mais profundamente as opiniões e necessidades desta amostragem.

Moderamos um debate de 60 minutos em um local neutro, fora das universidades onde estes educadores fazem parte do corpo docente, e lançamos o tema "utilização da mídia Cinema no ensino superior" e moderamos e observamos com muito cuidado para colher o máximo de informações para agregar um conteúdo ainda mais rico no momento da análise dos resultados.

Desta pesquisa realizada em campo, já com os dados tabulados, analisamos os resultados de forma qualitativa, acrescentamos as anotações colhidas no debate e obtivemos um resultado rico com opiniões diversas.

E, segundo as opiniões colhidas, ficou claro a necessidade de mudanças imediatas no processo da educação no nível universitário, indiferente da área (humanas, exatas e biológicas), pois a cada dia torna-se mais difícil disputar a atenção da maioria dos alunos que são impactados diariamente com novidades e mudanças no mundo tecnológico, principalmente os de entretenimento. Pois formar um indivíduo na graduação não é somente despejar determinado conteúdo, mas sim, ampliar seus horizontes, criar um olhar crítico, ensinar que não basta apenas ler, mas compreender o que se lê, transformar o ser passivo em um ser pensante, incentivar o questionamento e apresentar a importância que cada indivíduo possui na sociedade.

Outra vertente que se destacou na pesquisa foi a presença do comportamento humano Behavorismo, que defende a teoria do estímulo resposta, do reforço positivo, a recompensa utilizada para motivar e estimular o indivíduo. E como este comportamento tem apresentado resultados interessantes, a presença do cinema em sala de aula, seja com filmes, discussões ou sessões, fora da sala, torna-se uma ferramenta de grande importância para resultados positivos.

O cinema também apareceu como um excelente contribuidor nas relações humanas desenvolvidas no decorrer das aulas durante a duração de um curso, onde o mundo é redescoberto e documentado através de filmes, assim como afirma Kracauer em seu artigo "Kracauer e os fantasmas da história: reflexões sobre o cinema brasileiro".

O Cinema aparece como a principal mídia utilizada e valorada pelos educadores como uma ferramenta essencial, estando à frente da televisão, rádio e jornal.

Todos os educadores entrevistados afirmaram já ter utilizado o cinema como conteúdo dado em sala de aula por diversas vezes, mas apontam que algumas vezes foram considerados como professores ruins, incorretos, e foram interpretados como professores que quererem "matar aula" com assuntos sem importância. A questão levantada e um ponto importante, e que foi citado por todos os entrevistados, é que, todos admitem que muitos colegas utilizam sim, mídias de formas incorretas e com o único objetivo de "matar aula", mas essa atitude de alguns profissionais, que de fato não estão nem um pouco preocupados com a educação do país, não pode condenar uma mudança que só tem a agregar positivamente a educação. Essas atitudes precisam ser corrigidas o quanto antes, assim como outras tantas atitudes incorretas que acontecem diariamente em salas de aula. é preciso reconstruir um objetivo comum e infiltrar essa necessidade de mudança principalmente para os orientadores e educadores, por serem os responsáveis pelos milhares de indivíduos que são formados e influenciados por tantos professores.

Outro pilar importantíssimo apontado pelos entrevistados é a importância da utilização do Cinema como ferramenta no ensino superior para a inclusão social de alguns alunos num mundo cultural que, em determinadas situações é assustadoramente comum a falta de conhecimento cultural. Temos casos em que alunos na universidade nunca foram à uma sala de Cinema, muito menos à um Teatro ou Museu.

Uma bagagem Cultural é de grande importância no decorrer da vida de todo e qualquer cidadão, indiferente de qual seja sua escolha no mercado profissional. Possuir um acervo cultural é imprescindível para a evolução de qualquer ser humano que não queira ser apenas passivo do mundo, mas sim participativo, afinal é na arte em que o ser humano se expressa da forma mais profunda e verdadeira que o ser pode permitir.

O Cinema e as Relações Humanas

Com base em uma pesquisa focada na sétima arte: o Cinema, veremos abaixo um breve relato sobre o surgimento desta mídia, que estabeleceu alguns marcos no decorrer da história.

A data de 28 de dezembro de 1895 é especial no que se refere ao cinema e sua história. Nesta data no salão Grand Café, em Paris os irmãos Lumire fizeram uma apresentação pública de seu invento ao qual chamaram de Cinematógrafo. O filme exibido que causou comoção nos presentes e chamava-se L' Arrivé d' um Train à La Ciotat.

Com a primeira Guerra mundial, a indústria do cinema, que tinha como base a Europa, foi arrasada. A Itália e a França, que tinham o cinema mais popular e poderoso, começaram a cair. Surgia assim Hollywood, que começou a se destacar no mundo do cinema fazendo e importando diversos filmes. Nesta época também começaram a ser fundados os mais importantes estúdios como: Fox, Universal, Paramount controlados pelos judeus Daryl Zanuck, Samuel Bronston, Samuel Goldwyn, entre outros, que viam o cinema como um negócio. Surgiram assim a 20th Century Fox (da antiga Fox) e Metro Goldwyn Meyer (união dos estúdios de Samuel Goldwyn com Louis Meyer).

O cinema com som surgiu em 1926, com o filme "The Jazz Singer", da Warner Brothers, recurso criado com o auxílio de um sistema de som Vitaphone, porém o som do filme não era totalmente sincronizado. Somente em 1928 a Warner Brothers obteve sucesso com a sincronização entre o som e a cena, no filme "The Lights of New York". A partir desse momento o cinema passou por um processo de evolução até chegar aos dias atuais, com todo seu glamour e encantamento aliado à sofisticação e modernidade.

Após esta breve introdução sobre o surgimento do cinema, vamos iniciar agora em uma vertente importante para o desenvolvimento do tema deste artigo, que é a importância do Cinema no processo das relações humanas.

Podemos iniciar com as duas teorias definidas por Frederico Casetti (1999:40) onde o realismo cinematográfico percorre caminhos diferenciados para sua compreensão como "realismo existencial" e "realismo funcional".

O primeiro absorve as idéias de Bazin, destacando a capacidade do cinema de participar da vida existente, agindo com e sobre o mundo.

O segundo define a concepção de kracauer, em que o cinema é aprendido como um suporte, onde o mundo é reproduzido e documentado, ou seja, permitindo-se analisar os acontecimentos e contribuindo com uma prática própria ao pesquisador.

E qual a relação que temos com o objeto então conhecido aqui como cinema, se não o de envolvê-lo em nosso cotidiano? E principalmente, no cotidiano acadêmico?

Para melhor entender vamos fazer primeiramente uma relação entre o Cinema e as relações humanas.

No livro "O Clube do Filme", foi apresentado relatos verdadeiros que mostra a ligação direta entre o cinema e as relações humanas, onde um pai (David Gilmour) um crítico de cinema desempregado, se vê sem saída diante da escolha de seu filho (Jesse) em parar de estudar, largar a escola. O pai completamente abalado com a situação, lança um desafio para seu filho: ele concorda com a decisão do filho, mas com uma condição: de assistirem juntos três filmes por semana, mesmo sem ter a certeza do caminho maravilhoso que começava a percorrer, conduzindo o filho para um conhecimento amplo e, ao mesmo tempo, motivando o filho a continuar percorrendo este "caminho do saber". No início, a idéia foi aceita pelo filho como uma idéia dura, imposta, autoritária, já que a escolha dos filmes estava sob o controle do pai, mas com o passar das semanas, após cada filme seguido de discussões construtivas, o filho começou a ceder e gostar deste "caminho do saber", graças às doses de incentivo e motivação que eram geradas a cada vez que o filho era surpreendido com a seleção de filmes da semana seguinte entregue pelo pai.

O pai viu nesta metodologia que denominamos neste artigo como "caminho do saber", a possibilidade de oferecer para o filho conhecimento, tanto intelectual como o amadurecimento do seu filho, e também viu a possibilidade de ampliar a capacidade deste estudante em desenvolver seus sentimentos, com ou sem raciocínios lógicos.

Neste livro fica gritante a teoria do estimulo e resposta tão estudada na escola do Behavorismo, apresentada nesta obra de forma envolvente e emocional.

Já com a obra Educação da afetividade através do cinema, Blasco expõe educação das emoções da seguinte forma: "...a dimensão afetiva - educação das emoções - apresenta importância particular no processo formativo. As emoções do aluno não podem ser ignoradas neste processo. O educador deve contemplá-las e utilizá-las por tratar-se de elemento considerado fundamental na perspectiva do educando, além de ser uma porta de entrada para compreender o universo do estudante" (Blasco, 2006).

Desta forma, cabe então aos educadores, pais e alunos refletirem sobre a importância do envolvimento entre sentimentos e educação e sua correlação entre a relação humana, que ainda é muito difícil de ser avaliada. As emoções devem ser utilizadas e não somente contempladas, se faz necessário deixar fluir as emoções no conteúdo acadêmico para um maior aproveitamento do aprendizado e o conteúdo passado.

Faz-se necessário então que os educadores aceitem as mudanças de peito aberto, e com isso possam assumir suas fraquezas quanto à aceitação do novo. Talvez esta escola formada pela informação rápida seja o detrito do ensino, que não se mistura com o emocional e acaba sendo racional e lógico.

Segundo Blasco ( 2006, 29)"...As emoções têm um papel essencial nas representações dos dilemas e expectativas do educando; por outro lado, a experiência de educadores, antropólogos e humanistas nos fazem ver que as emoções podem ser um terreno fértil nos objetivos educacionais, quando o que se pretende é promover atitudes que vão ao encontro dos questionamentos do estudante..."

O Cinema e a Educação

Após a apresentação sobre pontos focados nas emoções, podemos então introduzir a utilização da mídia Cinema, agora com foco na educação acadêmica.

Utilizar o Cinema como recurso educacional já é uma prática utilizada, mas ainda, para alguns, isto pode se tornar uma prática perigosa se não bem elaborada e utilizada adequadamente.

"...A função educadora do cinema no século XX é tratada com acerto e profundidade filosófica...", segundo o filosofo espanhol, discípulo de Ortega, Julian Marías. Para este autor o cinema aumenta as possibilidades do concreto, das vivências, que em cada pessoa se encontram reduzidas à um pequeno repertório de experiências reais. O Cinema aumenta a possibilidade de ver e de ouvir. Aristóteles dizia que os homens desejam as percepções e, sem dúvida, o cinema multiplicou notavelmente esta possibilidade ( Blasco, 2006).

Pode-se dizer ainda que o Cinema é capaz de envolver o público sem dispersão, com a sala escura para sua exibição, detém maior atenção, sua tela imensa gera um impacto imediato, além da obrigatoriedade do silêncio que leva a cada aluno maior concentração e melhor entendimento da mensagem, o clima de expectativa e excitação exige maior atenção além de conquistar um alto grau de cumplicidade entre os alunos e a mensagem.

A experiência de trazer o cinema para dentro das salas de aula, faz com que os alunos possam explorar essa ferramenta de uma forma positiva e atraente, auxiliando o conteúdo a transformar o aluno em seres mais críticos.

Para Blasco (2006, 45), "...o cinema é uma forma sensível do narrativo. Uma forma rápida, de impacto, onde se contam histórias. Sendo a cultura dos estudante adaptada a estes parâmetros, a experiência com o cinema provoca o relatos de histórias. Os alunos, na discussão, complementam os seus pontos de vista com histórias pessoais, reais, da sua própria vida, ou fictícias, extraídas de outra fonte, ou mesmo de outro filme. Cria-se deste modo um cenário propício com trânsito livre para contar histórias, sendo o contato com o cinema o fator desencadeante..."

Por isso, o papel do professor passa a ser de extrema importância, pois ele torna-se o mediador de debates e diálogos que podem ocorrer após cada atividade ligada com o cinema. E para este papel de mediador, o professor deve introduzir aos seus alunos está metodologia de uma maneira que sensibilize as suas aulas, apresentando de forma positiva e construtiva.

Todas essas competências que descrevem o professor não deverão ser medidas de outro modo a não ser pela forma que este educador desenvolve suas aulas, onde é possível verificar o resultado com o aprendizado de seus alunos.

O aluno está sempre sedento à práticas reflexivas, já está mais critico diante de toda a evolução tecnológica, por isso está propenso à novos métodos e formas diferenciadas em que ele possa expressar suas idéias e pensamentos. Ele precisa perceber que não pode mais ser passivo sentado em sua carteira copiando o que o professor coloca na lousa, mas sim ser cada dia mais participativo, e até mesmo contribuindo com conteúdos. O mais importante nesta nova roupagem proposta neste momento de mudanças é a troca de experiências e conhecimentos. Desta forma mostramos o quanto todos (professor e aluno) são importantes para o desenvolvimento de uma aula rica em conteúdo e gostosa e agradável de ser assistida, gerando interesse cada vez maior de ambas as partes, em participar para sentir-se parte dela..

Conclusão

Com base em tudo que foi pesquisado tanto nas obras selecionadas quanto na pesquisa feita em campo com profissionais da área da Educação, concluímos que a utilização de Mídias dentro da sala de aula, ou como conteúdo da grade curricular de um curso universitário, é de extrema importância, pois possui o poder de agregar ao estudante conhecimentos amplos que vão muito além da teoria determinada no plano de estudo, indiferente da área, seja Exatas, Humanas ou Biológicas.

A mídia que foi considerada nesta pesquisa e que é o tema deste artigo foi o Cinema, conhecido também como a sétima arte, que nos apresentou ser tão rico, que pode oferecer desde conteúdos concretos de pesquisas amplificadas, experiências científicas, até experiências de vida em documentários ou histórias verídicas, que nos dias atuais temos com uma freqüência ainda maior. Além de tudo isso, o Cinema, analisado como parte integrante de um curso universitário, torna-se também uma ferramenta mais que eficiente, com o poder de agregar ao cenário da educação uma dose poderosa de motivação para alunos e professores, que estão em uma busca insaciável por inovações no método de ensino e aprendizagem.

O Cinema apresenta fatos, informações, exige atenção absoluta, tem o poder de exercitar e ativar o olhar crítico, gerar diálogos e discussões, além de nos encaminhar para um mundo de reflexões, ampliando assim o olhar sobre o mundo de todos aqueles que podem desfrutar desta arte. Ele é uma mídia secular, rico e extremamente complexo, e por isso oferece um leque imenso de possibilidades e caminhos para sua utilização.

Mesclando todos esses pontos que são tão fortes e vivos, e que estão nas entranhas do "tudo" que é o Cinema, é possível identificar claramente a interdisciplinaridade de universos e assuntos que se podem ser abordados com esta ferramenta, além de encantar à todos que podem conhecer e desfrutar de uma Sessão de Cinema.

Isso tudo só comprova que é possível quebrar alguns paradigmas com pequenas mudanças dentro da sala de aula, formando indivíduos que serão não apenas ótimos profissionais, mas também indivíduos mais críticos, capazes de pensar, questionar e até mudar o mundo em que vivemos.

Referências Bibliográficas

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  • GILMOUR, David; tradução Luciano Trigo. O Clube do Filme. Rio de Janeiro: Intríseca, 2009.
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Websites
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  • REVISTA ELETRNICA O OLHO DA HISTóRIA. ARTE E EDUCAçãO. Disponível em http://www.oolhodahistoria.ufba.br-artigos/ site:oolhodahistoria.ufba.br. Acesso em 12/10/2009.

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