De Pesquisa

Título do Projeto:

Estudo comparativo de ferramentas de ensino mediado por tecnologias e suas funcionalidades utilizando a Internet 2.0 (Web 2.0).

1. Introdução

Este texto compreende o projeto de pesquisa em nível de pós-graduação stricto senso para contemplação do título de Mestre pela Universidade de Brasília. O estudo proposto é resultado de uma questão de pesquisa que emergiu após anos de observação do impacto da mudança da tecnologia na relação docente/discente.

A emergência da Internet 2.0, ou Web 2.0, é algo que vai muito para além do domínio tecnológico: ela é, mais do que uma revolução tecnológica, uma revolução social e cultural, estendendo-se a todas as áreas da sociedade. Em poucos anos, a Internet 2.0 mudou radicalmente a forma como as pessoas utilizam a Internet e interagem com os outros, com a informação e com o conhecimento. De consumidores de conteúdos e informação, estes novos cidadãos digitais passaram também a ser produtores de informação, criando conteúdos compartilhados que passam a fazer parte da construção do conhecimento.

Quando vista na perspectiva da Educação a Distânica (EaD), esta nova realidade provoca mudanças muito significativas, podendo falar-se na emergência do e-Learning 2.0. Os utilizadores trazem para as situações de aprendizagem uma série de necessidades e expectativas, de formas de atuar e de se relacionar com a informação e o conhecimento que exigem novos modos de facilitar e orientar a sua formação. Por um lado, aspectos como a independência e a autonomia na aprendizagem, a sua personalização e o controle desse processo por parte de quem aprende, desde sempre fundamentais no ensino a distância, ganham agora uma nova dimensão e relevância, quando a cultura colaborativa da Internet 2.0.

O modelo pedagógico e participativo que os novos contribuintes ativos na vivência em rede, com diálogo ativo e na colaboração, requer contextos em que a aprendizagem tenha uma forte dimensão social e a interação e a colaboração sejam incentivadas. Novas perspectivas pedagógicas para a era digital, com o advento da conectividade juntam-se às abordagens de raiz socioconstrutivista potenciadas pela utilização do software social.

Enquanto alguém que aprende ao longo da vida, o utilizador Web 2.0 transporta consigo um conjunto de contatos, recursos, ferramentas e artefatos (dinâmico, mutável e evolutivo), uma espécie de portfólio pessoal combinado com uma rede social de comunicação e interação, que constitui, de certa forma, o seu Ambiente Pessoal de Aprendizagem (EaD).

As características deste contexto sociocultural, tecnológico e educativo e a experiência que resulta de viver e aprender nele conduzem a uma certa desestabilização e problematização de noções como as de autoria, validade e certificação do conhecimento, aprendizagem formal e informal, relação entre quem aprende e quem ensina ou natureza e finalidade do conhecimento, bem como do papel da Universidade e do Professor.

Assim, é notório que a emergência da Internet 2.0 no campo da Educação e do uso das tecnologias no apoio às aprendizagens, quer nos aspectos que se prendem com os hábitos e expectativas de quem procura formação, quer na atuação de quem a orienta, quer ainda nos contextos em que ela se desenvolve.

Enquanto alguém que aprende ao longo da vida, o utilizador Web 2.0 transporta consigo um conjunto de contatos, recursos, ferramentas e produtos (dinâmico, mutável e evolutivo), uma espécie de portfólio pessoal combinado com uma rede social de comunicação e interação, que constitui, de certa forma, a sua rede ou o seu ambiente pessoal de aprendizagem. As características deste contexto tecnológico e a experiência que resulta da sua utilização conduzem a uma certa desestabilização e problematização de noções como as de autoria, validade e certificação do conhecimento, aprendizagem formal e informal, relação entre quem aprende e quem ensina ou natureza e finalidade do conhecimento. Numa realidade em que a Web (o mundo virtual, online, o ciberespaço) se constitui como plataforma de serviços, é natural que os indivíduos recorram a instituições/entidades para receber formação (certificada ou não) como mais um dos muitos serviços que utilizam na Internet, sobretudo orientados para a satisfação de necessidades concretas e funcionais, ou seja, muito mais numa lógica de formação 1just in time do que numa lógica de formação 2just in case.

Temos, assim, que estes utilizadores trazem para as situações de aprendizagem uma série de expectativas, de formas de atuar e de interagir com a informação e o conhecimento que exigem, por isso, novas formas de oferecer e conduzir essa formação.

1Just in time é um sistema de administração da produção que determina que nada deve ser produzido, transportado ou comprado antes da hora exata. Pode ser aplicado em qualquer organização, para reduzir estoques e os custos decorrentes.

2Just in Case:

Fabricação tradicional é por vezes referido como Just-In-Case por engenheiros de produção (Society of Manufacturing Engineers). Em JIC, os fabricantes precisam manter grandes estoques de suprimentos, peças, recursos de armazenamento, e os trabalhadores extra para atender contingências de produção. Essas contingências, mais comum em países menos industrializados, deficientes de transporte, controle de qualidade deficiente, outros problemas de fornecedores de produção e ambiental. Isso pode levar a ineficiências, pois o fabricante tem que ter excesso de estoque e cópias de segurança "frágeis" as fases da produção, que pode ficar fora de sincronia e causar atrasos para outros fabricantes. (fonte: Wikipedia)

Por um lado, aspectos como a independência e a autonomia na aprendizagem, a sua personalização e o controle desse processo por parte de quem aprende, desde sempre fundamentais na Educação a distância, ganham agora uma nova dimensão e relevância, quando a cultura participatória da Internet atual exige pedagogias, elas também, participatórias, em que os alunos sejam contribuintes ativos para a sua experiência de aprendizagem.

Por outro lado, a vivência em rede, assente na partilha, no diálogo e na cooperação, requer contextos em que a aprendizagem tenha uma forte dimensão social e a cooperação e o diálogo sejam incentivados. Do ponto de vista do ensino (instituições e professores), estas questões desenvolvem-se a dois níveis. O primeiro é o de como adequar a sua atuação de forma a responder satisfatoriamente a estas necessidades, tanto do ponto de vista da orientação individual dos seus estudantes, como da gestão e facilitação dos processos de comunicação e cooperação nos grupos, nas comunidades e nas redes. O segundo prende-se com questões relativas à articulação do contexto utilizado para a formação – o ambiente virtual de aprendizagem (Virtual Learning Environment – VLE) ou o sistema de gestão da aprendizagem (Learning Management System – LMS) com os vários ambientes pessoais de aprendizagem (Personal Learning Environments – PLEs) que os indivíduos trazem consigo para o processo.

2. Problema de Pesquisa

Será que o professor não é mais o disseminador do conhecimento? O papel é de moderador nesse novo ambiente onde a comunicação é abrangente e fragmentada. O que enfraquece os canais de formais de comunicação. Essa falta de foco e possibilidade de anonimato dispersa o público que pode filtrar temas ou anúncios jornalísticos em histórias com pouca credibilidade, em contraste a contribuição dos intelectuais, que agora não conseguem mais criar foco sobre uma discussão.

Nesse caso vale citar a Teoria da ação comunicativa proposta por Jürgen Habermas um filósofo e sociólogo alemão contemporâneo que tem seu nome associado à Teoria Crítica da Escola de Frankfurt e Pierry Levy é um filósofo da informação que se ocupa em estudar as interações entre a Internet e a sociedade, afirma que a inteligência coletiva “é uma inteligência distribuída por toda parte”.

Segundo o texto:

Teoria da ação comunicativa de Habermas: Possibilidades de uma ação educativa de cunho interdisciplinar na escola - (Maria Augusta Salin Gonçalves - Professora do Programa de Mestrado em Educação da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – Unisinos) existe uma visão fragmentada do real, todavia Habermans não se posiciona radicalmente conta a racionalidade instrumental da ciência e da técnica em si mesmas, na medida em que essas contribuem para a autoconsevação do homem, pois a estratégia de Habermans na sua teoria é alinhar os vários tipos de comunicação, suas pretensões de verdade e seus oponentes dentro da ação racional. A Racionalidade para Habermas é a maneira como os sujeitos falantes e atuantes adquirem e usam o conhecimento.

Vale a pena asseverar que o sistema educacional está passando por um processo de transformação muito grande, onde os avanços da tecnologias exigem novas abordagens e posturas dos atores envolvidos. Assim surge a necessidade de uma visão mais sistêmica e menos cartesiana envolvendo diferentes redes sociais e meios de comunicação.

Importante citar e considerar a técnica, Bastos (1997) afirma que “a técnica não é concebida como pura realidade objetiva, mas como modelo explicativo de uma linguagem do homem. Assim vale apontar a importância do desenvolvimento técnico resultado de um acúmulo do conhecimento empírico que as pessoas aplicam na prática.

3. Justificativa

No contexto educacional de ensino mediado por tecnologias (EMT), com toda sua complexidade, a mediação no processo de ensino-aprendizagem sempre se fez presente com a utilização de algum meio de comunicação como suporte à ação do docente.

A partir do final do século XIX, tem-se o advento da Educação a Distância - EaD, em sua primeira geração concebida como ensino por correspondência (vigente ainda hoje em alguns programas que utilizam predominantemente material impresso). A segunda geração, a dos meios audiovisuais, expandiu-se no século XX, décadas de 50 e 60, a partir da introdução dos recursos de rádio, cinema e televisão, surgindo também o termo tele-educação, como fruto da utilização mais acentuada da televisão. A terceira geração é originada a partir de estudos do início da década de 70, que revelaram obtenção de resultados mais bem sucedidos quando da utilização integrada de material impresso, recursos audiovisuais, tutor, laboratórios (quando aplicável) e outros meios julgados necessários, entendendo-se ser esta, então, uma versão multimídia da EaD, ainda majoritária na passagem do século XX para o XXI.

Com a chegada da quarta geração, a utilização da Internet vem sendo cada vez mais difundida na relação ensino-aprendizagem dos programas de EaD e como conseqüência

exigindo cada vez mais o conhecimento tecnológico do docente, que não encontra fontes de consulta fidedigna e imparciais de avaliação dos recursos tecnológicos existentes dos sistemas de EaD na Internet.

As Tecnologias conhecidas coletivamente como Internet 2.0 tem se espalhado entre estudantes/docentes e pesquisadores. Os sites de rede social como Facebook, Myspace, Ning e Youtube permitem o uso de novas ferramentas para difusão do conhecimento.

Novos desafios surgirão desse meio, onde o conhecimento pode ser direcionado, mas não pode ser controlado ou restringido, deixando os intelectuais, assim chamados detentores do conhecimento, apenas como papel de moderadores ou direcionadores da discussão. (Habermans, 2006)

Antigamente as novas tecnologias eram caras e demandavam grande conhecimento técnico, hoje o novo desafio é como implementar a cultura da construção desse conhecimento e equilibrar a participação de todos.

Cria-se com isso a necessidade de elaboração de um estudo que centralize todas essas informações e a disponibilize para análise e consulta, assim identificando as tecnologias que melhor adaptam-se as necessidades de cada programa de EaD no contexto acadêmico, pedagógico e tecnológico.

4. Referencial Teórico

Ao conceber a ciência como uma construção humana, torna-se impossível não relativizar o conhecimento, não o submeter a uma visão de mundo socialmente referenciada. Esta afirmação não mereceria maiores comentários se tal entendimento (a relativização) não resultasse em dificuldades no tocante a como atingir a objetividade científica num universo plural de análises. Esta não é uma questão nova: de Marx a Weber, de Popper a Dilthey, de Mannheim a Lukács, de Gramsci aos pensadores da Escola de Frankfurt, esta pergunta assombra os círculos filosóficos sem que haja para ela uma resposta definitiva. Já se propôs, por diversas vezes, que os pesquisadores, por um esforço de objetividade, dispam-se de todos os preconceitos para buscar eficientemente a verdade. Desta forma, nós “nos livramos do pântano de nossa ignorância puxando-nos pelos cordões de nossas botas” (POPPER, apud LÖWY, 2003,p. 57). No entanto:

Liberar-se por um “esforço de objetividade” das pressuposições éticas, sociais ou políticas fundamentais de seu próprio pensamento é uma façanha que faz pensar irresistivelmente na célebre história do Barão de Münchausen, ou este herói pitoresco que consegue, através de um golpe genial, escapar ao pântano onde ele e seu cavalo estavam sendo tragados, ao puxar a si próprio pelos cabelos [...] (LÖWY, 2003, p.32).

A evolução dos sistemas teóricos da ciência moderna: a estrutura lógica e formal sobre a qual foi erigido o conhecimento científico atual é tão hermética e complexa que levou à total incompreensão destas construções humanas pela imensa maioria do público nãocientista. Com isto, a cultura “tradicional” vai se tornando cada vez mais não-científica e, como temos presenciado constantemente, “[...] esse sabor não-científico muitas vezes, muito mais do que admitimos, está a ponto de se tornar anticientífico. Os sentimentos de um pólo tornam-se os anti-sentimentos do outro” (SNOW, 1995, p.29).

Na esfera da tecnologia, esse processo é ainda mais visível: os projetistas dos sistemas tecnológicos tornaram-se tão especializados em suas artes que perderam de foco o fato de que o usuário final do produto que está sendo concebido não domina a tecnologia da mesma forma que seus idealizadores. Surgem, então, as “revolucionárias” tecnologias que prometem modificar nossas vidas de uma vez por todas, mas que, na prática, são tão complicadas de usar que exigiriam cursos específicos para aprender a, simplesmente, ligá-las! Tomemos o exemplo da série 7 do BMW de 2003: o seu sistema de painel eletrônico oferece algo em torno de sete ou oito centenas de recursos, as opções são tantas que um dos editores-chefes da revista Car and Driver demorou cerca de dez minutos apenas para aprender a ligá-lo. Os projetistas ciclopes desenvolvem uma lógica de operação dos equipamentos que simplesmente não faz sentido ao usuário.

Repletos de comandos contra-intuitivos, os equipamentos se transformam em quebracabeças para os experts em engenhocas tecnológicas e em angústia extrema para o resto da população. Desta forma, ao invés de facilitar a vida, oferecendo comodidades adicionais, a tecnologia parece nos impossibilitar de executar tarefas que, antes, eram tidas como simples, mas essenciais. Como defende Carlos APUD Vicente (2005, p.47):

“Não queremos descobrir o que fazem todos aqueles botões, ou porque eles foram colocados de um certo modo. Queremos apenas tocar a nossa vida e o nosso trabalho. Quando fazemos uso da tecnologia, queremos nos focalizar no nosso objetivo, não na decifração da tecnologia. O design devia estar no segundo plano da nossa atenção. Quando ligamos um videocassete, simplesmente queremos gravar um filme. Não queremos nos tornar programadores para fazer isso.”

Se assim considerássemos, estaríamos reduzindo a tecnologia ao equipamento e a tecnologia é muito mais abrangente do que isso. Perceba que, no texto, temos usado a expressão sistemas tecnológicos. De fato, é preciso que consideremos a palavra “tecnologia” em uma perspectiva mais ampla, que não considere simplesmente seus aspectos físicos palpáveis, mas também todos os elementos logísticos e organizacionais que a fazem funcionar. Como defendem Bazzo, von Linsingen e Pereira (2003, p.44):

Uma tecnologia não pode ser conceituada como um conjunto de artefatos isolados. Qualquer tecnologia, por mais simples que seja, está inserida numa trama sociotécnica que a torna viável. Um automóvel é uma tecnologia formada por vários componentes de diferentes origens que, para funcionar, necessita de estradas, postos de abastecimento, refinarias, semáforos, lojas, seguros, publicidade, regulamentos, guardas de trânsito, etc.

5. Objetivo Geral

Analisar as ferramentas de EMT utilizadas na Internet 2.0 disponíveis na Internet, seus recursos, possibilidades de integração, origem e em quais instituições que são utilizadas. Identificando os seus tipos, natureza e efeitos para o aluno/docente/instituição.

Contribuindo para a melhor compreensão pelo docente neste cenário tecnológico, o que deve viabilizar uma possibilidade real de transformação de seu trabalho, no âmbito das instituições de ensino, que minimize o custo em seu desempenho e utilização, identificando seus recursos pedagógicos, suas vantagens e desvantagens. Analisando as possibilidades de interatividade e integração com outras formas de disseminação de conhecimento.

A pesquisa levada a efeito deve criar um produto em mídia impressa e/ou virtual (website/3Ning) com as informações importantes para o trabalho do professor, sendo fonte de consulta para o meio acadêmico brasileiro, que faz parte da comunidade de Ensino a Distância ou tenha intenção de fazê-lo.

Criando assim um recurso eficiente e eficaz para uso na mediação do processo ensino-aprendizagem e seus usuários tenham referências para serem avaliadas.

6. Objetivos Específicos

* Identificar um modelo de EMT que atenda a requisitos de autonomia e formação critica;

* Avaliar ferramentas de EMT por meio telemático no que se refere à interatividade e acessibilidade;

* Comparar ferramentas de EAD tendo como parâmetro os níveis de mediação da relação educativa.

7. Procedimentos metodológicos

As bases teórico-metodológicas de um projeto de pesquisa em nível de

Mestrado em Educação constituem o cerne do trabalho desenvolvido durante essa titulação.

3 Ning é uma plataforma online que permite a criação de redes sociais individualizadas. Cada usuário pode criar a sua própria rede social e aderir a redes de usuários que partilhem os mesmos interesses. Ao contrário de redes generalistas como o Hi5 ou Facebook, que condicionam a rede social à interecção pessoal, o Ning permite o compartilhamento de interesses específicos. O Ning é utilizado por redes sociais de professores e educadores. (fonte: Wikipedia)

8. Cronograma

9. Referências Bibliográficas

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LÖWY, Michael. As Aventuras de Karl Marx contra o Barão de Münchausen. São

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Mota, José Carlos. Da Web 2.0 Ao E-Learning 2.0: Aprender Na Rede - Dissertação de Mestrado - Universidade Aberta (2009)

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