História da Vida

História da Vida

As três fases da minha vida

Numa noite fria e atribulada a 25 de Abril de 1974 acabei por nascer.

Poucas coisas me recordo da minha infância, era uma criança feliz.

Lembro me como se fosse ontem a minha primeira vez de ir à escola, como não tive oportunidade de frequentar um infantário até aos 6 anos. Passava o meu tempo na rua a brincar, ao pião, saltava à corda, jogava à bola, brincava às escondidas com os meus vizinhos da mesma idade, nunca pensaria nas brincadeiras que há hoje.

Hoje as crianças não sabem brincar com os brinquedos tradicionais, bonecas de pano, o pião, o famoso jogo da macaca enfim! Pois, as consolas, os jogos computadorizados acabaram com as brincadeiras ao ar livre.

Cada vez mais as crianças passam mais tempo em casa, agarradas a máquinas electrónicas.

A escola para mim era uma festa, queria era brincadeira poder correr, saltar e ter oportunidade de conviver com diversas crianças de varias nacionalidades, e não podendo esquecer qual era o meu dever e as minhas obrigações.

Como não poderia deixar de falar das longas ferias de três meses que passava na terra da minha mãe.

Uma pequena aldeia do concelho de Amares distrito de Braga, nesse lugar tudo parecia magia, o cantar dos galos, o piar dos pássaros e uma pequena floresta ao redor da casa de férias.

Como era bom não ter horas para nada.

Gostava muito de ir ao monte à lenha, apanhava as pinhas para acender o lume, e o restante da lenha era para cozinhar fazíamos os grelhados a sopa tinha outro sabor, para não falar das caminhadas que fazia enquanto criança, para ir as compras íamos a pé, nas cidades para qualquer lado vai-se de carro.

Não há melhor qualidade de vida que a do campo.

Tudo foi fácil até á 4ª Classe. Mas devido às necessidades que havia na altura, os meus pais não conseguiam suportar os meus estudos. Aos 11 anos de idade arranjei maneira de poder continuar a estudar, então ia com a minha mãe trabalhar (trabalho domestico). Na altura eu ganhava 150 escudos por dia e assim juntando diariamente esse dinheiro conseguiria comprar os livros.

O meu secundário foi difícil pois trabalhava de dia para poder estudar à noite.

Desistir não fazia parte dos meus planos pois a escolaridade obrigatória era o 9º ano e sem ele possivelmente não arranjava emprego. Eu tinha um sonho ser arquitecta. Mas tinha a noção que cada vez mais era preciso estudar muito. Na idade de namorisco, ia ao cinema (Amoreiras) e frequentava os bailaricos onde morava. Esta fase de adolescente em que, nós jovens, pensamos que sabemos tudo nem sempre optamos pelas coisas certas, o que é certo é que parei os estudos atrás de outro sonho.

Ao fazer 18 anos queria ser independente, usava muito o termo “Já sou maior de idade” até comentava com os meus pais, que já podia votar.

Nesta altura que iniciei o namoro mais a sério, e mais uma vez novas experiências, no qual ao fim de 1 ano decidimos comprar a nossa casa. Após várias simulações de empréstimos foi com a Entidade Crédito Predial Português e o sistema de credito jovem bonificado em que a taxa de juros nominal: 13,625%ao ano era também a taxa que C.P.P praticava na altura, e com uma taxa efectiva (TAE) anual de 14,509% acrescida da sobretaxa de mora de 4%.

Foi com estas condições que adquirimos habitação própria composta por um WC, dois quartos e sala dividida com a cozinha.

O meu marido trabalha desde 1993 numa empresa de segurança actualmente com outras funções ganhando um pouco mais que nos permitiu trocar de casa.

Foi um ano de mudanças: trocámos de casa, e mudei de trabalho.

Na troca de casa o processo de empréstimo foi como se fosse a primeira vez, procurar a melhor taxa de juro.

O BPI estava na altura com vantagens na compra de habitação, mantivemos a bonificação, taxa de juros de 4,76%da sobretaxa de 4%e com seguro de vida gratuito durante um ano.

Trocámos para uma casa maior onde poderia ter um quarto para os meus pais que passavam alguns dias comigo e outro para o meu sogro. Sempre a pensar na família. Aos bocadinhos, fomos conseguindo finalmente modificar as divisões da casa à nossa maneira. Além de algumas modificações optámos também pela tarifa bi-horária como forma de poupança. Esta tarifa tem diferentes preços de kwh, consoante a utilização em horas de vazio ou fora de vazio.

As horas de vazio são aquelas do período nocturno e também ao fim-de-semana, onde é mais frequente a utilização dos grandes electrodomésticos, como máquinas de lavar, fornos ou mesmo aquecimentos.

Ao aderir a esta tarifa pude optar por escolher entre estes dois ciclos:

. O ciclo semanal, com 76 horas de vazio semanais, sendo de 7 horas de segunda a sexta-feira, 17 horas ao sábado e 24 horas ao domingo. Este ciclo é benéfico para famílias que utilizem mais electricidade aos fins-de-semana;

. O ciclo diário, com 70 horas de vazio 7 dias por semana, com 10 horas de vazio diárias. Este ciclo é melhor para famílias que consomem mais homogeneamente ao longo da semana.

Escolhemos o ciclo semanal. Foi uma boa escolha, apesar do encargo da potência ser maior (=‹20,7 kVA), compensa nos gastos, pois a tarifa bi-horária tem uma redução de 45% no preço do kWh consumido em vazio. Para poupar ainda mais, visto as horas de vazio serem das 00 horas às 7 horas da manhã e eu normalmente estar a dormir, comprei temporizadores, os quais programo as horas para os electrodomésticos começarem a funcionar. São exemplo disso a máquina de lavar roupa, loiça, carregadores dos telemóveis e os das pilhas. Embora já haja uma concorrente à EDP, a ENDESA (empresa privada), ainda não compensa mudar, visto esta ainda não trabalhar com tarifas bi-horárias.

Também substituímos as lâmpadas incandescentes clássicas por lâmpadas fluorescentes compactas que duram até 10 vezes mais.

Em relação ao frigorífico, procurei que fosse ao encontro das minhas necessidades, não valia a pena comprar um com grandes dimensões pois o agregado familiar era pequeno (e é), vou às compras regularmente e não necessito de congelar alimentos em grande volume. A ter em grande conta era a etiqueta energética, que informa a eficiência do equipamento. Para a mesma capacidade e características um aparelho classificado “A++”, é considerado como mais eficiente e económico. Comprámos um “A+”. Também aprendo desde logo a interpretar o manual de instruções dos equipamentos que adquirimos, pois além de garantir uma utilização mais prática, rápida e fácil, garante uma maior longevidade. Outro ponto importante de poupar é o factor água. A água é um recurso precioso e sem ela a vida seria impossível. Uso em minha casa para diversos fins: na máquina de lavar loiça selecciono um programa económico sempre que a loiça esteja pouco suja; este programa limita uma temperatura de 50 a 55 graus centígrados durante a lavagem e a secagem, diminui a quantidade de água utilizada e reduz a quantidade de energia eléctrica.

A máquina de lavar roupa também já regula a quantidade de água que necessita para a sua lavagem. A água chega a minha casa através de canos e torneiras. A instituição que regura este recurso é a EPAL.

A EPAL desenvolve actividades e prestação de serviços no quadro de referencias do seu sistema se gestão da qualidade e Ambiente. O sistema da EPAL tem como suporte a preocupação de organização, simplificação e optimização dos processos e recursos, enquanto factores de melhoria contínua.

A avaliação periódica da satisfação e necessidades dos clientes da EPAL, conjugada com a resposta adequada á área de melhoria identificadas, é um objectivo de todos os colaboradores.

A EPAL promove os valores e preocupações ambientais como o objectivo de, prevenindo a população. A qualidade e Ambiente assumidos pela EPAL deverão ser sistematicamente revistos e sucessivamente partilhados por todos os colaboradores, divulgados ao público e à sociedade em geral. A EPAL enquanto entidade responsável pelo desenvolvimento de processos de abastecimentos edifícios inseridos na cidade de Lisboa, pretende que o abastecimento de água se caracterize como um serviço de qualidade respeitando os aspectos na ordem social e ambiental.

Tantas preocupações a ter: com a luz, água, com orçamentos familiares, não devemos esquecer o termo “aquecimento global”

“aquecimento global”, é um exemplo específico de mudança climática. O termo “mudança climática” também se pode referir ao arrefecimento global. O aquecimento global não só existe, como está a tornar-se cada vez mais perigoso e a um ritmo que fez dele uma emergência planetária. A crise climática é, de facto, extremamente perigosa.

O aumento da temperatura média deve-se a causas naturais ou a causas antopogénicas, isto é, provocadas pelo homem, ainda é objecto de alguns debates entre os cientistas, embora muitos meteorologistas e climatólogos tenham recentemente afirmado publicamente que consideram provado que a acção humana está realmente a influenciar na ocorrência do fenómeno. O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, estabelecido pelas Nações Unidas e pela Organização Meteorológica Mundial, em 1988, no seu relatório mais recente, diz que grande parte do aquecimento observado durante os últimos 50 anos, deve-se muito provavelmente a um aumento do efeito de estufa, causado pelo aumento nas concentrações de gases de estufa originados pelo homem (incluindo, para além do aumento de gases de estufa, outras alterações como, por exemplo, as causadas por um maior uso de águas subterrâneas e de solo para a agricultura industrial e a um maior consumo energético e poluição). Quando se fala de gases efeito de estufa e de alteração climática é o CO2 que, geralmente, atrai mais a atenção. O que todos os gases com efeito de estufa têm em comum é o facto de permitirem que a luz do sol entre na atmosfera, mas reterem uma porção da radiação infravermelha que se destinava ao exterior e que aquece o ar. Uma determinada quantidade de gases com efeito de estufa é benéfica. Sem eles a temperatura média da superfície da Terra andaria pelos -18ºC. Com eles a temperatura é de quase 15ºC.

Devido ao aumento da concentação de gases gerados, presentemente, pelo ser humano, estamos a elevar a temperatura média do planeta e a criar as perigosas alterações no clima que vemos à nossa volta. A actividade industrial é responsável por um grande e variado número de problemas de cariz social e económico, mas o mais frequente é o da degradação ambiental, que engloba entre outras situações, a da poluição atmosférica, das águas e dos solos. Os lixos industriais são produzidos pela generalidade das indústrias e o seu tratamento é polémico, não sendo unânime a opinião quanto ao processo de o fazer, uma vez que os aterros sanitários não são isentos de críticas e as incineradoras ao queimarem estes detritos, provocam impactos negativos sobre o ambiente, logo, a localização das mesmas envolve sempre grande resistência das populações afectadas, como é o caso de Sousel as e Arrábida.

Um aterro sanitário é um espaço destinado à deposição final de resíduos sólidos gerados pela actividade humana. Nele são dispostos resíduos domésticos, comerciais, de serviços de saúde, da indústria de construção ou dejectos sólidos retirados do esgoto.

A incineração é um processo de tratamento do lixo para diminuir o seu volume e transformá-lo em resíduos não prejudiciais ao meio ambiente. Quando a co-incineração começou a ser usada nos Estados Unidos na década de 1980, os resíduos eram misturados e triturados juntamente com a pedra. O aquecimento era muito lento, o que originava a progressiva libertação dos compostos orgânicos voláteis, antes de atingirem os pontos mais quentes do forno. A poluição provocada era enorme. Alguns fornos, mesmo a trabalhar apenas com combustíveis normais, podiam permitir a formação de dioxinas. Estes compostos ocorriam em fornos onde se tirava o pó dos gases fazia-se a temperaturas bastante altas. Actualmente a co-incineração dos resíduos mais perigosos é feita por injecção na zona de queima, o que permite uma destruição com uma eficiência tipicamente superior a 99,99%. O arrefecimento dos gases antes da sua chegada aos filtros permite atingir níveis muito baixos de emissão de dioxinas, independentemente do tipo de combustível usado. Este sistema é útil na eliminação de resíduos combustíveis, não tendo vantagens para outros materiais como, por exemplo, vidros e metais. Devido ao seu elevado teor em água, a matéria orgânica possui um baixo poder calorífico e como tal, não é interessante incinerar sob o ponto de vista energético. A recepção dos resíduos inicia-se com a entrada do veículo de transporte de resíduos no aterro sanitário e pesa-se na balança. Depois de feito o controle na entrada e efectuada a pesagem, o veículo desloca-se até à zona de deposição, avança e procede à descarga dos resíduos. Em seguida, o veículo passa pela unidade de lavagem das rodas e é novamente pesado para a obtenção da tara, de forma a ficar registado o peso líquido da quantidade de resíduo transportado.

A operação segura de um aterro sanitário envolve empilhar e compactar os resíduos sólidos e cobri-lo diariamente com uma camada de solo. A compactação tem como objectivo reduzir a área ocupada e aumentar a área disponível prolongando a vida útil do aterro, ao mesmo tempo que o propicia a firmeza do terreno possibilitando o seu uso futuro para outros fins. A cobertura diária do solo evita que os resíduos permaneçam a céu aberto, com possível contacto com animais (pássaros) e sujeito a chuva e também para diminuir a libertação de gases mal cheirosos, bem como a disseminação de doenças. Uma boa alternativa à co-incineração é a pirólise plasmática, que consiste numa técnica que também queima os resíduos, mas em recintos fechados, a elevadas temperaturas e que não emite dioxinas e furanos e tem menor impacto para a saúde pública e ambiente. Mas para isso seria necessário instalar filtros e equipamentos especiais, o que torna o processo mais caro. Esta técnica já é usada nos Estados Unidos, Japão e Suíça.

O CO2 é, geralmente, o grande culpado, porque é responsável por 80% do total de emissões de gases com efeito de estufa. O problema que agora enfrentamos é que a fina camada da atmosfera está a tornar-se mais espessa. À medida que se torna mais espessa retém uma grande quantidade de radiação infravermelha, que, se assim não fosse, se escaparia da atmosfera e continuaria a avançar pelo Universo. Em resultado disso, a temperatura da atmosfera da Terra e dos oceanos está a aumentar perigosamente. Um aumento nas temperaturas globais pode, em contrapartida, causar outras alterações, incluindo aumento no nível do mar e em padrões de precipitação resultando em enchentes e secas. Pode ainda haver alterações na disponibilidade agrícola, recuo glaciar, vazão reduzida em rios durante o verão, extinção de espécies e aumento em vectores de doenças.

Os Glaciares dos Himalaias, no planalto do Tibete, estão entre os mais afectados pelo aquecimento global. Os Himalaias contêm 100 vezes mais gelo do que os Alpes e fornecem mais de metade da água potável a 40% da população mundial, através de sete rios asiáticos, todos eles com origem no mesmo planalto. Dentro dos próximos cinquenta anos, esses 40% da população mundial podem enfrentar uma grave carência de água potável, a menos que o mundo aja corajosa e rapidamente para acalmar o aquecimento global.

A determinação da temperatura global à superfície é feita a partir de dados recolhidos em terra, sobretudo em estações de medição de temperatura em cidades, e nos oceanos, recolhidos por navios. É feita uma selecção de estações a considerar, que são as que se consideram as mais confiáveis, e é feita uma correcção no caso de estas se encontrarem perto de urbanizações. As tendências de todas as secções são então combinadas para se chegar a uma temperatura global.

Incertezas científicas incluem o exacto grau da alteração climática prevista para o futuro, e como essas alterações vão variar de região para região em redor do globo. Existe um debate político e público para se decidir que acção se deve tomar para reduzir ou reverter aquecimento futuro ou para adaptar às suas consequências esperadas. A maioria dos governos nacionais assinou e ratificou o Protocolo de Quioto, que visa o combate à emissão de gases de estufa. Outros não querem assinar, porque implica mudanças na nossa maneira de viver. E, essas mudanças são inconvenientes e mal recebidas por algumas pessoas poderosas e por empresas que ganham quantias fabulosas a partir de actividades que sabem perfeitamente que terão de ser alteradas de forma drástica para garantir a habitabilidade do planeta.

David King, é um dos cientistas que tem chamado a atenção acerca das potenciais consequências das grandes alterações das plataformas de gelo. Em 2004, em Berlim, afirmou: “Os mapas do mundo vão ter de ser redesenhados.”

Mas, a par do perigo que enfrentamos com o aquecimento global, esta crise traz também oportunidades sem precedentes.

Quais são as oportunidades que uma crise destas também oferece? Elas incluem não só novos negócios e novos lucros, também podemos construir máquinas limpas, podemos utilizar o sol e o vento, podemos usar as abundantes reservas de carvão sem aquecermos o planeta.

Temos tudo quanto precisamos para começar a resolver a crise climática, excepto, talvez, a vontade de dar o primeiro passo. Cada um de nós é a causa do aquecimento global, mas cada um de nós pode tornar-se, também, parte da solução. Nas decisões que tomamos quanto ao que compramos, à quantidade de electricidade que utilizamos, aos carros que conduzimos e à forma como vivemos as nossas vidas. Podemos fazer opções que reduzam a zero as emissões de carbono.

“Se não reciclarmos, estamos não só a negar o futuro dos nossos filhos, mas também o futuro de todos os seres vivos. O futuro está nas nossas mãos” - Luís Santos.

Eis, o que podemos fazer, individualmente, para ajudar a resolver a crise climática:

• Escolher lâmpadas que poupem energia;

• Quando fizer novas aquisições, optar por electrodomésticos que poupem energia;

• Utilizar e cuidar correctamente dos seus electrodomésticos;

• Reduzir o desperdício de energia em standby;

• Isolar, aquecer e refrescar a casa com eficiência;

• Fazer uma auditoria energética à sua casa;

• Melhorar a eficiência do seu escritório doméstico;

• Reduzir os quilómetros de condução, andando a pé, de bicicleta, partilhando o carro, ou usando transportes públicos, quando e onde for possível;

• Mudar, se possível para energia verde;

• Conduzir de forma mais inteligente;

• Utilizar carros híbridos ou que funcionem a hidrogénio;

• Usar combustíveis alternativos;

• Reduzir as viagens de avião;

• Comprar coisas que durem;

• Não desperdiçar papel;

• Pré-reciclar e reciclar;

• Na ida ao supermercado, utilizar sacos reutilizáveis;

• Alterar o regime alimentar para consumir menos carne;

• Saber mais sobre a alteração climática e informar os outros.

Algumas curiosidades interessantes. Sabiam que, com 5 garrafas de plástico recicladas, consegue-se fazer 1 t-shirt XL? E que, 1 tonelada de papel reciclado evita o abate de 15 a 20 árvores?

O Japão é um dos países campeões em reciclagem, reutiliza 50% do seu lixo sólido. Os E.U.A. reciclam mais de 1/3. Países mais avançados culturalmente, como a Suécia, a Dinamarca, a Noruega e a Alemanha, também reciclam muito. Em Portugal, só se recicla 15,7%. Isto é muito pouco se formos comparar com a meta de 25% estipulada pela União Europeia.

Quando analisamos um problema tão vasto como o aquecimento global, é fácil sentirmo-nos impotentes, descrentes de que as iniciativas individuais possam ter, de facto, algum impasse. Mas, temos de resistir a essa postura, porque esta crise só será resolvida se nós, individualmente, assumirmos a responsabilidade de a resolver. Educando-nos e aos outros, fazendo a nossa parte para minimizarmos a utilização e o desperdício de recursos, tornando-nos activos e exigindo a mudança. Por estas vias e por muitas outras, cada um de nós pode fazer a diferença. Se todos fizermos a nossa parte, não só Portugal, mas todo o mundo, o mundo ficará melhor e assim, preservaremos a natureza e viveremos num mundo melhor. Eu também já contribuo para um mundo melhor, não só, mas também pelo André e ele também participa activamente. Aplico a política dos três “Rs”, reduzir (utilizo, sempre que possível, os dois lado de uma folha, evito usar papel de alumínio, película aderente e embalagens de plástico, evito usar produtos em spray, não uso lâmpadas incandescentes), reutilizar, o que contribui para uma menor acumulação (os sacos das compras, as caixas metálicas, por ex. das bolachas, bombons, para outros fins) e reciclar, o que transforma os materiais inúteis em novos produtos ou matérias-primas, diminui a quantidade de resíduos e poupa energia e recursos naturais (o óleo alimentar, as pilhas, as rolhas, as lâmpadas, seleccionando correctamente o outro lixo, entregando na farmácia as embalagens de prata vazias). E para finalizar, nada melhor do que aconselhar vivamente, a todos, a leitura do livro do Ale Gore, “Uma Verdade Inconveniente”, 2006. Este livro faz-nos pensar seriamente, de como será o nosso futuro próximo (nada agradável, diga-se).

Albert Arnold Gore Jr., nasceu em 1948, foi vice-presidente durante a administração de Bill Clinton, entre 1993 e 2001. Em 2000, concorreu à presidência dos Estados Unidos, mas perdeu para George W. Bush.

Em 2006, lançou “Uma Verdade Inconveniente”, um documentário sobre mudanças climáticas, especialmente sobre o aquecimento global, o qual se sagrou vencedor do Óscar de melhor documentário em 2007.

Ale Gore, é um activista ecológico, tendo escritos dois livros:

“A Terra em Balanço: Ecologia e o Espírito Humano”, 1993;

“Uma Verdade Inconveniente”, 2006.

Ganhou o Prémio Nobel da Paz, em 2007, junto com o Painel Intergovernamental, para as Alterações Climáticas da ONU. Recebeu, também no mesmo ano, o Prémio Príncipe de Astúrias de na Concórdia, galardão concedido pela Fundação Príncipe de Astúrias, na cidade de Oviedo (Espanha).

O meu primeiro ano de união de facto, ensinou-me a partilhar o meu espaço.

Nessa altura eu trabalhava em part-time, no Toys”R”Us, em Telheiras.

Foi sem dúvidas uma grande escola, com boas experiencias.

Comecei como part-time e pouco tempo depois passei a full-time onde permaneci durante 4 anos.

Esta experiência trouxe-me conhecimento de implantação de brinquedos, idades recomendadas, sem esquecer o atendimento ao cliente, foi sem dúvida a parte mais gratificante desta experiência (o contacto directo com o publico).

No ano 2000, Iniciei-me no Grupo Jerónimo Martins, como adjunta de secção Na loja da Bela Vista no Sector dos Sazonais, onde auxiliava o chefe de secção, organizava os produtos nas prateleira por famílias, coordenava o trabalho com os restantes colegas, dividia as tarefas. Foi nesta empresa que fui sensibilizada a fazer reciclagem.

Hoje em dia, na maioria dos locais de trabalho tem um plano de reciclagem separação dos resíduos. (falar reciclagem no trabalho/ casa)

Ao fim de dois anos e meio um novo desafio bate à porta! Um convite para chefiar o sector de sazonais (sector onde varia a sazonalidade de produtos ex: Artigos de carnaval,brinquedos,desporto,bagagem) de uma loja nova que ia abrir em Odivelas (Odivelas Parque).

No momento quando aceitei esse desafio, argumentei que esperava não desiludir e prometi dar o meu melhor.

A insegurança foi a minha inimiga no momento, mas este desafio trouxe coisas boas para a minha vida pessoal.

Mais perto de casa, melhor salário e uma coisa muito importante aprender a liderar uma equipa.

Foi neste emprego que aprendi a trabalhar com um computador.

Actualmente o computador no domínio doméstico serve para jogar, navegar na internet, fazendo pesquisas sobre os mais variados temas e assuntos. Utilizo também como arquivo de fotografias e músicas sendo que também é utilizado para conversar com amigos e familiares que se encontram em vários pontos do mundo, tornando a distância mais próxima, possibilitando também a transferência de imagens e sons através da webcam.

O computador criou a possibilidade de nos poupar tempo, recursos naturais (papel), poupando também a nível económico, onde antigamente teríamos que utilizar as cartas, que demoravam mais tempo para transmitir as notícias, causando mais despesas. Felizmente a tecnologia evoluiu.

Hoje com o computador tudo se tornou mais fácil, pois essas notícias podem ser envidas através de um simples email.

O computador que utilizo funciona com a combinação de vários componentes: placa gráfica, memória, processador, placa de vídeo, monitor, colunas, teclado, rato, Webcam, motherboard.

Em termos profissionais utilizo o computador para a gestão de stocks, para a criação de encomendas, catalogação de produtos, de gestão automática de terminais de venda e de pagamentos.

Serve também para a gestão da equipa de funcionários através da criação das escalas de horário de trabalho, assim como criar a possibilidade de interacção com as outras lojas, e consulta de stocks dos diversos produtos.

A utilização do computador originou a poupança de tempo, de recursos humanos, pois o computador pode trabalhar ininterruptamente, não se cansa, da sua fiabilidade, pois não se desconcentra e da grande capacidade de armazenamento da informação, criando também a possibilidade de consulta rapidamente de toda essa informação armazenada.

O computador também interage com diversas instituições, pois ajuda à consulta de várias informações sobre a assistência técnica, apoio técnico e gestão de reclamações bem como a garantia.

Reencaminha as reclamações, a análise das mesmas e o envio para as empresas de apoio técnico para activar as garantias associadas aos equipamentos.

Os clientes reclamam sobre os computadores e sobre as garantias, pois a utilização dos mesmos e dos vários programas podem causar danos e daí a necessidade da garantia.

Por exemplo, ao desinstalar alguns programas podem ser apagados alguns ficheiros essenciais ao funcionamento do computador, provocando o não funcionamento do mesmo e existindo a necessidade da assistência técnica, provocando a reclamação do cliente.

Coisa que não faço em casa.

Os computadores nos últimos anos sofreram uma grande transformação, pois o primeiro electrónico a ser criado foi em 1946 na universidade da Pensilvânia designado ENIAC - que era constituído por válvulas e que foi utilizado na construção da bomba atómica. Esta máquina pesava cerca de 30 toneladas e possuía cerca de 18000 válvulas, ocupava cerca de 2 andares e permitia introduzir instruções externamente, reprogramável.

Até agora, (e espero que durante muito tempo), não me posso queixar da minha vida conjugal. Tudo, ou quase tudo, anda sobre rodas, somos amigos em tudo. Claro que, às vezes há altos e baixos, mas também se não for assim, não acho que seja uma relação saudável. Dividimos as tarefas domésticas, entre muitas outras coisas. E, temos um objectivo comum, acima de tudo é sermos felizes. O primeiro ano foi um pouco complicado, ter que partilhar o mesmo espaço, o tempo com outra pessoa, mas com a ajuda do meu marido conseguimos superar este obstáculo.

Hoje, partilhamos momentos de felicidade, assim como as férias.

Todos os anos vamos à terra do meu marido passar 15 dias. Dias esses de completo descanso, pois é numa aldeia muito sossegada, boa terra, no distrito de Vila Real, concelho de Murça.

A população é envelhecida, pois os jovens emigraram para diversos destinos, à procura de uma vida melhor.

Quando íamos para Trás-os-Montes, íamos de camioneta, faziam-se 8 horas de viagem. Era uma viagem muito cansativa!

Alguns anos mais tarde, comprámos o nosso primeiro carro, um Ford Fiesta a gasolina. Ficou tudo muito mais facilitado (os tempos passam e algo melhora).

O aparecimento das auto-estradas (Lisboa-Porto), fez com que levássemos menos horas a chegar ao destino tão desejado, Murça.

Ao fim de três anos pensámos em trocar de carro por diversas razões. Uma das razões foi mudar para gasóleo, pois é mais económico e outra razão mais forte ainda foi, o facto de os meus pais terem adoecido e necessitarem de serem transportados por nós e para maior comodidade e conforto deles o carro ser maior que o outro.

Estávamos no ano 1999, a minha mãe pediu-me para a levar ao hospital porque não estava a sentir-se bem e mal conseguia andar.

Desloquei-me ao hospital Santa Maria em Lisboa, onde foi lhe feito um tac (é um método de diagnóstico que utiliza “raios x” (Rx) para a medição da transmissão de radiação electromagnética através dos tecidos, o TAC permite analisar a arquitectura interna do organismo).

Este exame pode ser utilizado como uma técnica de diagnóstico de grande sensibilidade para detectar modificações específicas de diversas partes do corpo - ex: na cabeça, fracturas do crânio, coágulos sanguíneos, tumores e infecções podem ser identificados; na coluna vertebral, permite avaliar a estrutura das vértebras e dos discos intervertebrais para diagnósticos de hérnias discais; no tórax, para detectar tumores, quistos ou infecções muitas vezes suspeitas na radiografia ao tórax; no abdómen, facilita definir a anatomia dos órgãos localizados nesta cavidade - fígado, vesícula, pâncreas, baço, aorta, rins, e ovários). Fez também uma ressonância magnética (RMN: particularmente útil em avaliar as partes moles, em delinear lesões na base do cérebro, hipofisárias ou na junção occipitocervical e em identificar perturbações degenerativas (por exemplo, DA, doença de Huntington, EM) ou desmielinizantes. Excepto na ARM, também evita o uso do material de contraste que se utiliza na Tac), também lhe fizeram analises.

Ao saber os resultados o mundo desabou na minha cabeça. A minha mãe teve um acidente vascular cerebral (AVC), ou seja (derrame resultante da falta ou restrição de irrigação sanguínea ao cérebro, que pode provocar lesão celular e alterações nas funções neurológicas).

Este tipo de doença manifesta-se através de alterações das funções motora, sensitiva, mental, perceptiva, da linguagem, embora o quadro neurológico destas alterações possa variar muito em função do local e extensão exacta da lesão (Sullivan, 1993).

No caso da minha mãe, manifestou-se através da dor, a hipersensibilidade, e a perda de movimentos (braço e perna esquerda), que lhe causou uma imobilização na parte lateral esquerda.

Inicialmente, deslocava-se em cadeira de rodas, ficando mais tarde a usar só uma canadiana.

Segundo Sullivan, 1993 acha que as causas mais comuns de AVC são os trombos, o embolismo e a hemorragia secundária ao aneurisma ou a anormalidades do desenvolvimento. E que as causas menos comuns são os tumores, os abcessos, os processos inflamatórios e os traumatismos.

Os factores de risco aumentam a probabilidade de ocorrência de um acidente vascular cerebral, no entanto, muitos deles podem ser minimizados com tratamento médico ou mudança nos estilos de vida.

Segundo a revista Maria diz-nos que as causas que levam ao aparecimento desta doença, são através de: Tabagismo, sedentarismo, stress excessivo, maus hábitos alimentares, diabetes, hipertensão arterial e obesidade.

A minha mãe iniciou a fisioterapia para minimizar o problema de saúde, e nem com várias sessões conseguiu voltar a ser autónoma, ficando dependente sempre de alguém.

Segundo Bobath, também, existem três estádios pós-AVC: 1º estádio é a hipotonia no hemicorpo afectado, 2º estádio é a hipertonia do hemicorpo afectado e o 3º estádio é a de recuperação relativa que depende de muitos factores entre os quais o local e a extensão da lesão, a idade, a capacidade do sistema nervoso se reorganizar (plasticidade) e a motivação/atitude do utente que podem fazer variar o tempo de permanência entre os estádios e condicionar a recuperação (O´Sullivan, 1993). Pois para a minha mãe é como se o mundo tivesse acabado, não tinha alegria de viver, só pedia para morrer.

Argumentava várias vezes nunca pensei precisar de ninguém para me vestir e para tomar banho, o que me está acontecer. Foi então que fiz uma pesquisa na Internet e fiquei a saber que há dois tipos de AVC.

O AVC isquémico ocorre quando um vaso sanguíneo é bloqueado, frequentemente pela formação de uma placa arteriosclerótica ou pela presença de um coágulo que chega através da circulação de uma outra parte do corpo (Cohen, 2001).

O AVC hemorrágico ocorre devido à ruptura de um vaso sanguíneo, ou quando a pressão no vaso faz com que ele se rompa devido à hipertensão. A hemorragia pode ser intracerebral ou subaracnoideia. Em ambos os casos, a falta de suprimento sanguíneo causa enfarto na área suprida pelo vaso e as células morrem (Cohen, 2001).

Os principais factores de risco para a manifestação de um AVC são: a idade, a patologia cardíaca, a diabetes mellitus, aterosclerose, hereditariedade, raça, contraceptivos orais, antecedentes de acidentes isquémicos transitórios (AIT) ou de acidentes vasculares cerebrais, hipertensão arterial, dislipidémia, sedentarismo, elevada taxa de colesterol e predisposição genética (Sullivan, 1993; Weimar, Ziegler, Konig, Diener; Leys, Hénon, Mackowiak-Cordoliani, Pasquier, 2005).

Como se não bastasse, 7 anos depois, também o meu pai foi apanhado desprevenido. O AVC apanhou-lhe mais a parte da cabeça, tornando-o esquecido e fazendo coisas sem nexo. Como foi uma fase difícil para mim.

A fase de adaptação a novos horários, onde acordava às 8H00da manhã para ir trabalhar, e passei a levantar-me 6h45 para preparar o pequeno-almoço dos meus pais, deixava a mesa posta para o almoço com a respectiva medicação, chegava pelas 20h00 a casa.

Fazia o jantar, cuidava da higiene pessoal dos meus pais, e colocava-os na cama. Preparava o almoço para o dia seguinte, depois era só aquecer no microondas. Como ara gratificante ouvir o meu pai dizer “que bom é estar na tua casa filha”a minha mãe só dizia “o que seria de mim sem ti filha” pois a vida foi um pouco dura comigo, mas com a graça de deus todas estas experiências fizeram com que eu cresce-se e ter um sentido de responsabilidade.

Desde a higiene diária, aos cuidados com a alimentação, as idas ao médico

Eram tarefas que implementei na minha vida, deixei de ter a minha privacidade (jantares com amigos, cinema, fins de semana fora) tudo para me dedicar aos meus pais.

Nem com estes problemas o mundo parou para eles. Tanto eu, como eles, tentávamos fazer tudo o que fazíamos antes, passeios, pic-nics, entre outras coisas.

A fase que me custou mais a digerir, foi a fase em que o meu pai teve que começar a fazer hemodiálise. O médico que o acompanhava detectou a debilitação dos rins, essa a razão da diálise (que melhora a qualidade de vida). Ai como foi difícil de entender!

Tantos cuidados a ter com a alimentação, que tudo isto mudou os meus hábitos e comportamentos de vida. Quando falo de cuidados alimentar quero dizer poucos doces, pouco açúcar refinado, poucas frituras e alimentos muito gordurosos, dando-se preferência às carnes magras e evitando-se o sal, que em geral é usado em excesso e contribui para o aumento da pressão arterial. Deve-se ter muito cuidado para cozinhar ou assar carnes, porque se são mal passadas podem transmitir verminoses. O mesmo cuidado se deve ter para lavar frutas e verduras, já que também podem transmitir doenças se estiverem contaminadas. É bom utilizar alimentos de qualidade: limpos e frescos; tomar sempre o primeiro almoço; incluir nas refeições alimentos de todos os sectores da roda dos alimentos, nas proporções por ela sugerida; variar o mais possível de alimentos; não passar mais de três horas e meia sem comer; como era difícil decidir o que fazer de comer para o dia seguinte, cozinhava com mais frequência peixe cozido com legumes, e sempre sopa.

Como foi difícil ter que colocar os meus pais num lar, e como tive dificuldades em lidar com a situação.

Para mim um lar era caracterizado como (centro de depósitos para velhotes).

Jamais pensaria superar essa situação, com a ajuda do meu gerente de departamento consegui perceber que nem todos os lares são iguais é como tudo na vida (preços para todas as carteiras).

Após a situação no momento não tive outra alternativa senão iniciar a procura, os poucos que fui visitar, não reunia os nossos requisitos.

Eu gostava que os meus pais estivessem com maior conforto possível e de preferência o mais parecido com o espaço com que estavam habituados.

Através dos meus compadres (pais da nossa afilhada Marta) aconselhara-nos a conhecer uma casa de reposo em Turquel.

No dia 8 de Março de 2006 (dia internacional da mulher) lá fui eu com a minha mãe conhecer as instalações.

Nesse dia a instituição celebrava o dia mundial da mulher, com uma grande festa, a minha mãe achou imensa graça, os homens estarem numa sala à parte a ver TV, e as mulheres a festejarem o dia da mulher.

Com toda a movimentação de funcionárias a auxiliar os utentes, a minha mãe percebeu que havia muito trabalho em equipa, e ambiente muito familiar.

A instituição reunia todos os requisitos propostos à nossa satisfação, e como complemento davam passeios, tinham médico 3 vezes por semana, ginástica, cabeleireira e jogavam jogos de tabuleiro.

Dias depois lá fui eu com o meu marido levar os meus pais, só eu sei, como chorava para dentro, da revolta por não ser eu a tomar conta deles. Mais uma vez tomei uma opção sem saber se era a certa ou a errada.

Não consegui deixar o meu emprego, pois é com ele que me sustento, pago as minhas despesas (renda de casa, carro, luz, água, gás, etc.).

O facto de ter que colocar os meus pais num lar não fazia com que me esquecesse deles, pelo contrário todos os dias sentia a falta deles, pois eram a minha companhia todas as noites enquanto trabalhava de dia.

Nesse dia em que os deixei, a minha mãe pediu-me para desfazer as malas, como foi difícil! Parecia um muro a desabar nas costas.

Desfiz as malas e fui-me embora não conseguia ficar mais um minuto.

Todos os dias ligava para o lar para saber como estavam, mas nem todos falava com eles, as saudades apertavam e só conseguíamos visita-los aos fim-de-semana.

Nos dias em que falava com os meus pais ao telefone era engraçado inicialmente o pai dizia quando é que cá vens, a mãe dizia gostava de ir à minha casa, (choro quando relembro o passado). .

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